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Casamento Na Roma Antiga

O casamento pela Roma Antiga era uma das principais corporações da comunidade romana e tinha como principal objectivo gerar filhos legítimos, que herdariam a posse e o estatuto dos pais. Musical Encara A Solteirice Feminina Com Agradável Humor as classes mais prestigiadas, servia bem como para selar alianças de meio ambiente política ou económica. A Correspondência De Fradique Mendes retratado como pontífice máximo.

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No início, não era necessária nenhuma espécie de cerimónia fantástico ou religiosa para que um casamento fosse considerado válido pela Roma Antiga: bastava a coabitação entre um homem e uma mulher pra que esses fossem considerados casados. A estruturação fantástico do casamento foi realizada durante a República, tendo sido alterada com o Império.

Até 445 a.C., só tinham correto a casar os patrícios. Deste modo, Como Conquistar Um Homem Tímido ? , e pela lei Canuleia, o casamento é alargado a cada um dos cidadãos, permitindo-se assim como o casamento entre patrícios e plebeus. Pela data de Augusto, primeiro imperador romano, a legislação ligada ao casamento sofre modificações. Nesta altura, assistia-se em Roma a uma quebra demográfica, que se fez notar em específico nas classes sociais mais consideráveis. Para essa quebra auxilia a redução da fertilidade dos casais, provocada na presença de chumbo nas canalizações que transportavam a água consumida e pelo facto das mulheres utilizarem maquilhagem onde este mesmo elemento encontrava-se presente.

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Pra também, os casais evitavam ter mais do que dois filhos, pra evitar o fraccionamento dos bens, que conduzia a uma desvalorização social, dado que o enquadramento em definida ordem dependia da riqueza pessoal. Para incentivar a natalidade e o casamento, Augusto fez uso de duas leis, a lex Iulia de maritandis ordinibus (dezoito a.C.) e a lex Papia Poppaea (9 a.C.).

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Pra que um casamento fosse válido na Roma Antiga (iustae nuptiae) era crucial que se respeitassem os seguintes critérios: a capacidade jurídica matrimonial, a idade e o consentimento. A capacidade jurídica matrimonial recebia o nome de conubium e dela só gozavam os cidadãos romanos. Os estrangeiros, os escravos, os actores e os que trabalhavam pela prostituição estavam impedidos casar. O conubium poderia ser concedido em casos excepcionais.

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Bem como não se verifica conubium entre pais e filhos (mesmo que o filho ou filha tivesse sido adoptado) e entre irmãos (mesmo que somente meio-irmãos). Simpatias Pra Santo Antônio: 8 Rituais Que Ajudam A Casar Ou Arrumar Namorado idades mínimas pra casar encontravam-se relacionadas com o atingir da puberdade (pubertas). No caso dos homens, esta idade estava fixada aos quatrorze anos e nas mulheres aos doze anos. Na prática, era único um homem casar antes dos trinta anos.

No tocante às mulheres, procurava-se aguardar os 14, quinze anos. Era socialmente aceite o casamento de um homem com uma mulher com idade pra ser sua filha ou neta; imediatamente o oposto não era tão bem visto. Casar quando ainda não se tinha completado o método de desenvolvimento físico implicou pra diversas adolescentes romanas a morte prematura durante o parto ou por complicações a esse associadas. As mulheres das classes menos abastadas casavam em geral mais tarde, dado que não lhes era tão acessível arranjar o dote crucial. Os pais poderiam prometer os filhos em casamento aos 7 anos de idade. O consentimento requerido para o casamento era o dos nubentes e do pater familias.

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A celebração do noivado era feita através de uma cerimónia (sponsalia) pela qual se reuniam as duas famílias. O noivo oferecia presentes à noiva, entre os quais um anel de ferro (mais tarde, de ouro), que seria colocado no anelar da mão esquerda. Pela Antiguidade acreditava-se que esse dedo comunicava com o coração por intervenção de um nervo.

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